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domingo, 5 de setembro de 2010

Moldávia: ex-república soviética

País da Europa Oriental. Situa-se a sul das montanhas dos Cárpatos e cobre a parte sudoeste da Plataforma Russa. Faz fronteira com a Ucrânia, a norte, sul e este, e a Roménia, a oeste. A área total da Moldávia é de 33 843 km2.
As principais cidades são Chisinau, a capital, com 708 000 habitantes (2004), Tiraspol (211 800 hab.), Balti (176 500 hab.) e Bendery (Tighina) (145 900 hab.).
Tem uma rede bem desenvolvida de canais fluviais. O solo é rico e fértil. O Norte e o Centro do país estão cobertos de floresta.

Clima
País da Europa Oriental. Situa-se a sul das montanhas dos Cárpatos e cobre a parte sudoeste da Plataforma Russa. Faz fronteira com a Ucrânia, a norte, sul e este, e a Roménia, a oeste. A área total da Moldávia é de 33 843 km2.
As principais cidades são Chisinau, a capital, com 708 000 habitantes (2004), Tiraspol (211 800 hab.), Balti (176 500 hab.) e Bendery (Tighina) (145 900 hab.).
Tem uma rede bem desenvolvida de canais fluviais. O solo é rico e fértil. O Norte e o Centro do país estão cobertos de floresta.

Economia
Depois de 1996, a Moldávia registou uma retoma no seu crescimento económico. O facto relaciona-se, por um lado, com o incremento da agro-indústria e, por outro, com o aumento das exportações na sequência da abertura de trocas com a Rússia. As suas principais produções agrícolas são a beterraba açucareira, as uvas, o milho, o trigo, as batatas e as maçãs. No sector industrial, salientam-se as indústrias alimentares, as metalomecânicas e as têxteis. Os principais parceiros comerciais da Moldávia são a Rússia, a Ucrânia, a Roménia e a Bielorrússia.
Indicador ambiental: o valor das emissões de dióxido de carbono, per capita (toneladas métricas, 1999), é de 1,5.

População
A Moldávia tem uma população de 4 466 706 habitantes. A taxa de natalidade é de 15,7%o e a taxa de mortalidade é de 12,64%o. A esperança média de vida é de 65,65 anos. O valor do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,700 e o valor do Índice de Desenvolvimento ajustado ao Género (IDG) é de 0,697 (2001). Estima-se que, em 2025, a população seja de 4 780 000 habitantes. Etnicamente, a população compõe-se de moldavos (65%), ucranianos (14%), russos (13%), entre outros. Os ortodoxos orientais são a religião predominante. A língua oficial é o romeno.

História
A Moldávia chegou a ocupar uma área que hoje está dividida entre a própria Moldávia e a Roménia actual. Entre os séculos XIV e XVI esta região fez parte do Império Otomano. A parte oriental, a Bessarábia, foi administrada pela Rússia entre 1812 e 1917 tendo sido apoderada pela Roménia, uma acção contestada pelo governo soviético. Em 1924 a União Soviética estabeleceu a República Socialista Soviética Autónoma da Moldávia. Antes e depois da Segunda Guerra Mundial, esta república foi bastante sovietizada. A agricultura foi colectivizada, as empresas foram nacionalizadas e tanto russos como ucranianos estabeleceram-se na república. Entre 1941 e 1944, a Bessarábia voltou à posse da Roménia, e, neste ano, as tropas russas devolveram o território à Moldávia. A então República Socialista teve um grande crescimento urbano e industrial nos anos 50.
A Glasnost e a sua política de liberalização de vários aspectos da vida soviética, como a introdução de uma crescente liberdade de expressão e de informação e de uma abertura às relações com países do ocidente, fez ressurgir na Moldávia o nacionalismo nos anos 80. Aumentou a pressão no sentido de uma reforma da língua, apelou-se para uma versão do cirílico para o alfabeto latino. Em 1988 o movimento de apoio à Perestroika fundou a Frente Popular Moldaviana e persuadiu o governo da república a instaurar o romeno como língua do Estado e a reinstaurar o alfabeto latino como a escrita original. Esta proposta provocou reacções negativas junto dos especialistas da língua russos e motivou uma campanha de autonomia da minoria turca que reside no sudoeste da Moldávia que fala o gagau. Em Novembro de 1989 os radicais da Frente Popular tentaram fazer explodir uma bomba de petróleo no Ministério do Interior situado no centro da capital. Seguiram-se distúrbios nas ruas de Chisinau, conflitos interétnicos que levaram à instalação do estado de emergência, só superado pelo diálogo. Em Junho de 1990 foi declarada a soberania. A região sudoeste e a centrada em redor da cidade de Tiraspol formaram oficiosamente uma república para se defenderem do nacionalismo moldavo. Em Março de 1991, a república boicotou o referendo para a preservação da União Soviética o que ainda veio a piorar os conflitos interétnicos. Em Agosto de 1991, a Moldávia declarou a independência da União Soviética e adoptou o romeno como língua oficial.
Depois de 1996, a Moldávia registou uma retoma no seu crescimento económico. O facto relaciona-se, por um lado, com o incremento da agro-indústria e, por outro, com o aumento das exportações na sequência da abertura de trocas com a Rússia.

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