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domingo, 22 de agosto de 2010

O verdadeiro interesse da China no Tibet

Rio Brahmaputra
Longe do respeito pela espiritualidade tibetana, a não ser daquilo que lhes interessa para manter seu domínio, o que de fato move os chineses são as riquezas do país: Ouro, petróleo, urânio, madeira e água.
Um ligeiro inventário das riquezas do subsolo mostra que os maiores depósitos mundiais de urânio estão por lá. Metade do lítio do mundo também. O maior depósito de cobre da Ásia, jazidas de ferro eum número inestimável de minas de ouro se concentram na região,assim como césio, titânio, tungstênio, zinco, lítio e mercúrio.
Na região de A Li, a mais alta do mundo, encontram-se jazidas de ouro.As margens do rio Yarlung Zang Po (Brahmaputra), há grandes reservasde minérios. Em Yang-Bajain, distrito de Damxung, encontram-se fontes geotérmicas, uma energia limpa, segura e de baixo custo.
No lado norte do planalto Qinghai-Tibete está a depressão de Chaidamu,a bacia do tesouro tibetana. É onde os chineses mais esfregam as mãos diante da perspectiva de bons negócios. Pontuado por um sem-número de lagos salinos e charcos, esse pântano de sal,como é chamado na língua mongol, tem jazidas de chumbo, zinco,petróleo e carvão.
Segundo as estimativas, as reservas de minério de sal em Chaidamuchegam a 60 bilhões de toneladas.
O teor elevado de Boro, lítio, magnésio e potássio, presente nos recursos salineiros da bacia do tesouro fazem da região a menina-dos-olhos da China. Só o tanque salino de Chaerhan, aos arredores, contém cerca de 300 milhões de toneladas de potássio 70% do total do país.
Perto da reserva funciona a pleno vapor a maior fábrica de potássio do Tibete, com capacidade de produção anual de 200 mil toneladas, enquanto as reservas de chumbo e zinco existentes na depressão de Chaidamu permitem que as instalações montadas pelos chineses extraiam de lá 1 milhão de toneladas por ano.
No oeste de Chaidamu está o petróleo. As jazidas encontradas nas proximidades do lago Lenghu já estão sendo exploradas e cresce a cada dia a importância estratégica da produção da refinaria de Golmud.
Além das suas riquezas minerais, o Tibete tem outro grande recurso natural de valor inestimável: a água, o que lhe dá grande relevância na geopolítica mundial, já que praticamente toda a Ásia Central (inclusive a China) dependem dos rios que nascem no Tibete.
Por quê a ONU, os grandes países da Europa e os EUA não intervém na causa tibetana? Medo da China? É o que parece...

Fonte: Blog Nice Pinheiro

Um comentário:

  1. Taralhaço, quanta informação legal quiqui eu não sabia, mutcho legal.

    Zeca Zoera

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